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Cândidos Jornalistas premia os profissionais parceiros da comunicação em 2009 | Cândidos Jornalistas premia os profissionais parceiros da comunicação em 2009 |
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| Por Assessoria de Comunicação | |
| 14 de dezembro de 2009 | |
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O Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira premia os jornalistas autores das melhores matérias sobre saúde mental publicadas no ano de 2009, durante o Culto Ecumênico que será realizado dia 22/12, às 9:00h, nos jardins da instituição. A premiação é uma iniciativa dos usuários do Cândido Ferreira que participam dos projetos de comunicação da instituição e do Ponto de Cultura Maluco Beleza. Os "Jornalistas do Cândido" produzem os veículos de comunicação da instituição, programa de rádio Maluco Beleza, veiculado há quase oito anos pela Rádio Educativa de Campinas; o Jornal C@ndura: Espaço Aberto para um Novo Pensamento, boletim interno da instituição; e também participam das oficinas de capacitação em comunicação audiovisual do Ponto de Cultura Maluco Beleza. O evento tem como objetivo reconhecer os jornalistas e profissionais de comunicação que durante o ano produziram informações críticas e de qualidade sobre a saúde mental, contribuindo para esclarecer a população sobre as novas formas de tratar a loucura e as iniciativas bem sucedidas na área. Os homenageados do ano de 2009 são:
Relação antiga entre a instituição e os jornalistas A instituição em uma relação bastante antiga com os profissionais de comunicação, pois foi através de reportagens realizadas pelos jornalistas José Vilagellin Júnior e Leopoldo Amaral, ambos do jornal O Estado de S.Paulo, que foram denunciados os maus tratos dos “loucos e desocupados”, que no ano de 1917 foram recolhidos nos porões da Cadeia Pública de Campinas. No período estava em processo a implantação da República no país e a operação de retirada desta população das rãs fazia parte de uma estratégia do novo regime. Os enclausurados ficavam anos esperando por uma vaga no Hospital do Juqueri – único hospital público que tratava saúde mental – e não raramente morriam a esperava da vaga que nunca surgia. As reportagens sensibilizaram um grupo de filantropos da época, e por meio da benfeitora Sylvia Ferreira de Barros iniciou-se uma campanha, que culminou na inauguração do Hospício de Dementes de Campinas, no ano de 1924. Hoje a instituição é considerada referência de tratamento no país, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), desde o ano de 1993. Em 1990, uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Campinas e o Cândido Ferreira possibilitou novas formas de cuidar em saúde mental. Mais informação pelos fones 19 – 37588615 e 78023487, com Régis Moreira e Carla Barreira. |
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| Última Atualização ( 14 de dezembro de 2009 ) |
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