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Cândidos Jornalistas premia os profissionais parceiros da comunicação em 2009 Imprimir E-mail
Por Assessoria de Comunicação   
14 de dezembro de 2009

O Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira premia os jornalistas autores das melhores matérias sobre saúde mental publicadas no ano de 2009, durante o Culto Ecumênico que será realizado dia 22/12, às 9:00h, nos jardins da instituição.

A premiação é uma iniciativa dos usuários do Cândido Ferreira que participam dos projetos de comunicação da instituição e do Ponto de Cultura Maluco Beleza. Os "Jornalistas do Cândido" produzem os veículos de comunicação da instituição, programa de rádio Maluco Beleza, veiculado há quase oito anos pela Rádio Educativa de Campinas; o Jornal C@ndura: Espaço Aberto para um Novo Pensamento, boletim interno da instituição; e também participam das oficinas de capacitação em comunicação audiovisual do Ponto de Cultura Maluco Beleza.

O evento tem como objetivo reconhecer os jornalistas e profissionais de comunicação que durante o ano produziram informações críticas e de qualidade sobre a saúde mental, contribuindo para esclarecer a população sobre as novas formas de tratar a loucura e as iniciativas bem sucedidas na área.  

Os homenageados do ano de 2009 são: 

  • Jornalismo Impresso:
    • Delma Medeiros, pelas matérias “Últimos Internos deixam o Cândido” publicada no Correio Popular, e “O fim de uma era”, publicada no Diário do Povo, ambas no dia 29/01/2009.
  • Telejornalismo:
    • Cristina Maia, pelo especial sobre saúde mental, matéria “Projeto Hospital”, veiculada pela EPTV, no dia 26/11/2009;
    • Lygia Antoniale, pela matéria “Como funciona o Cândido Ferreira, as oficinas de trabalho e centros de convivência”, veiculada no programa Mulher.com, da TV Século 21, no dia 21/11/09.
  • Radiojornalismo:
    • Marcelo Folio, pela matéria “Ponto de Cultura Maluco Beleza lança oficinas no 2o. semestre”, veiculada na Rádio Educativa, no dia 30/09/09;
  • Fotojornalismo:
    • Rogério Cassimiro, pela foto “Em sociedade - Lira, de 34 anos, nos estúdio onde grava seu programa de rádio semanal, em Campinas”, integrante da matéria "Dói internar um filho. Às vezes não há outro jeito", publicada na Revista Época, no dia 01/06/09.
  • Jornalismo Online:
    • Bruno Gagliasso, pela criação do blog: http://gagliassoblog.com, em que aborda questões relativas à Esquizofrenia, quadro mental de seu personagem Tarso, na novela “Caminho das Índias”;
    • Equipe Biosfera: Diego Geraldo, Luis Corvini Filho, Fernanda Bugallo, Fabiano Fachini e Thiago Toledo; pela publicação da reportagem “Papel semente”, no blog http://biosferatv.blogspot.com, no dia 14/10/09;
  • Trabalhos Técnicos:  
    • Vanderlei Duarte – cinegrafista, pelo especial sobre saúde mental, matéria “Projeto Hospital”, veiculada pela EPTV, no dia 26/11/2009.
  • Trabalho Universitário:
    • Aislan Ferretti, pela monografia “Dialogando com "Maluco Beleza" - O alcance de resultados nos usuários dos Serviços de Saúde Mental”, defendida no curso de Rádio e TV da Cásper Líbero, no 2o. semestre de 2009;
    • Beatriz Aparecida Ruiz Trevisan e Stephany Simoni, pelo vídeodocumentário “Câmera da Loucura”,  apresentado como conclusão do curso de Rádio e TV, do Instituo IPEP de Campinas, no 2o. semestre de 2009.
  • Parceiros da Saúde Mental:
    • Glória Perez, autora da Novela Caminho das Indias, pela abordagem da loucura em sua trama;
    • TV Band Campinas e Rádio Bandeirantes, pelo conjunto de matérias sobre saúde mental publicadas em 2009 e pela abertura das emissoras para visitação dos usuários participantes do Ponto de Cultura Maluco Beleza;
    • Sinsaúde – Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos e Serviços de Saúde de Campinas, pela viabilização da Colônia de Férias de Praia Grande aos usuários participantes do Ponto de Cultura Maluco Beleza.

Relação antiga entre a instituição e os jornalistas

A instituição em uma relação bastante antiga com os profissionais de comunicação, pois foi através de reportagens realizadas pelos jornalistas José Vilagellin Júnior e  Leopoldo Amaral, ambos do jornal O Estado de S.Paulo, que foram denunciados os maus tratos dos “loucos e desocupados”, que no ano de 1917 foram recolhidos nos porões da Cadeia Pública de Campinas. No período estava em processo a implantação da República no país e a operação de retirada desta população das rãs fazia parte de uma estratégia do novo regime. 

Os enclausurados ficavam anos esperando por uma vaga no Hospital do Juqueri – único hospital público que tratava saúde mental – e não raramente morriam a esperava da vaga que nunca surgia.

As reportagens sensibilizaram um grupo de filantropos da época, e por meio da benfeitora Sylvia Ferreira de Barros iniciou-se uma campanha, que culminou na inauguração do Hospício de Dementes de Campinas, no ano de 1924.   

Hoje a instituição é considerada referência de tratamento no país, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), desde o ano de 1993. Em 1990, uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Campinas e o Cândido Ferreira possibilitou novas formas de cuidar em saúde mental.

Mais informação pelos fones 19 – 37588615 e 78023487, com Régis Moreira e Carla Barreira.

Última Atualização ( 14 de dezembro de 2009 )
 
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