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Núcleo de Atenção a Crise | Núcleo de Atenção a Crise |
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| Por Nobusou Oki, Ana Paula Zago, Cássia Cristina Pacheco Ramos | |||||||||||||||||||
| 13 de março de 2003 | |||||||||||||||||||
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Núcleo de Atenção à Crise (NAC)
"...o mais importante bonito do mundo é isto: ( Guimarães Rosa ) Abolir e tentar abandonar as concepções clássicas de "doença mental" e de "internação manicomial", possibilita-nos abrir um campo de reflexão de práticas alternativas e de formas diferenciadas de Atenção e atuação para com o sujeito com algum sofrimento. Pensando no "espaço terapêutico", aqui considerando questões pertinentes ao setting (aos atendimentos em si) e ao campo social, buscamos caracterizar significativamente os espaços de Atenção à Crise, respeitando dessa maneira, as demandas que os sujeitos trazem consigo no momento da internação. Considerando-se tais aspectos, a equipe debruçou-se na reflexão do terapêutico X não terapêutico, princípios que por vezes se confundem, levando o profissional à revisão de sua prática. No entanto, há dois fatores principais que norteiam este processo de trabalho - um deles, é a necessidade de respeitarmos a particularidade de cada "caso" e outro, o princípio de engajamento do sujeito no âmbito social, o que serve de respaldo para que este sujeito "continue existindo em seu meio". Assim, o Núcleo de Atenção à Crise foi pensado e planejado no intuito de acolher pacientes psicóticos e neuróticos graves, os quais se apresentam no momento de franca crise, dada pela sintomatologia, ou por meio de demandas outras, seja a dificuldade no convívio social, familiar, ocupacional, etc. Trata-se então, de um Núcleo que possa abarcar essas variáveis, constituído por um "espaço" mais preservado (NAC I) e que ofereça maior continência ao que denominamos momento de franca crise. Podemos aqui caracterizar melhor essa denominação, onde consideramos os seguintes fatores: grave risco de fuga, risco de suicídio iminente, quadro de agitação psicomotora, de auto-heteroagressividade em vigência, pouca autonomia quanto aos cuidados de AVDs e AVPs e mutismo. Após essa fase mais crítica e que demanda cuidados mais intensivos, pensamos no espaço do NAC II, onde todo o "em torno" da situação de crise possa ser trabalhado. Importante ressaltarmos que os usuários encaminhados ao NAC II podem apresentar alguns dos elementos acima pontuados, mas agora em outra intensidade, o que nos possibilita ampliar o leque de intervenções. 1. Objetivos Gerais
2. Objetivos Específicos
36,37
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| Última Atualização ( 20 de junho de 2008 ) | |||||||||||||||||||
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