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Núcleo de Atenção a Crise Imprimir E-mail
Por Nobusou Oki, Ana Paula Zago, Cássia Cristina Pacheco Ramos   
13 de março de 2003
Índice de Artigos
Núcleo de Atenção a Crise
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Constituição da Equipe hoje - Ano 2000

A equipe da Unidade de Internação está atualmente constituída por 03 médicos psiquiatras, 01 terapeuta ocupacional, 01 professor de educação física, 03 psicólogos, 21 auxiliares e atendentes de enfermagem, 03 enfermeiros, 01 assistente administrativo e 03 auxiliares administrativos, 02 monitores de TO e 11 médicos psiquiatras plantonistas (dentre eles, 8 assistentes do SSCF.).

A coordenação do processo de trabalho se dá pelo que denominamos aqui de Gerente, o que foi realizado até 1995 (fevereiro) pelo Diretor Clínico e após esta data até a atual, este papel é desempenhado por uma enfermeira.

É importante ressaltarmos que o Gerente está respaldado pela equipe de profissionais anteriormente citada, como também pelo Colegiado de Gestão, sendo que dentre suas várias funções, destacam-se a de ser um facilitador dos processos de trabalho, representante dos profissionais, usuários e familiares, e que tenha consigo as diretrizes do Serviço, fator imprescindível para a organização e/ou reorganização do trabalho em sua Unidade.

A Unidade disponibiliza espaços de atuação para estagiários de diversas Universidades, dentre elas: Psicologia (PUCC e UNIP), Terapia Ocupacional (PUCC e USP), aprimoramentos em Planejamento e Saúde Mental (UNICAMP) e para a enfermagem.

Objetivos da Unidade de Internação

A Unidade propõe-se à oferecer assistência à usuários com quadro situacional agudo, em regime semi-aberto, de curta permanência, enfatizando o engajamento para o período pós-alta. Os princípios que orientam as ações são: vínculo, acolhimento, responsabilidade e resolutividade.

A clientela assistida é diversificada em consequência da demanda do sistema. São atendidos usuários psicóticos, seja de primeiro surto, ou crônico reagudizado, dependentes de álcool e substâncias psicoativas, e neuróticos graves, na sua maioria. Alguns dos casos encaminhados, referem-se à quadros de deficiência mental grave.

A equipe realiza tratamento medicamentoso, atendimentos grupais, ações de terapia ocupacional através de oficinas de trabalho, atividades sócio-recreativas, grupos de família, visitas domiciliares, dentre outras propostas.

Orienta o usuário e o familiar, não só sobre a necessidade da internação, reforçando também a importância do seguimento ambulatorial no período pós-alta.

A média de permanência na Unidade oscila entre 25 e 30 dias, sendo que em alguns períodos existe uma tendência de aumento dessa média, devido a complexidade dos casos, bem como pelas demandas de caráter social, o que dificulta o processo de encaminhamento do usuário.

Propõe-se assim, a ampliar a visão de assistência em Saúde Mental, que não compreende apenas a internação, mas inclui outras modalidades assistenciais, sejam elas de maior ou menor complexidade, e que dependerão da demanda apresentada pelo usuário. Dentre alguns destes recursos, podemos citar os CAPS, Oficinas Terapêuticas ou de Trabalho, HD, Centros de Saúde, etc.

Com o sentido de aprimorar a qualidade da assistência prestada, a equipe trabalha desde 1996, com 07 indicadores de avaliação, dentre eles: média de permanência geral e por diagnóstico, taxa de ocupação dos leitos, fuga, agressão, adesão familiar e prontuários.

36,37


Última Atualização ( 20 de junho de 2008 )
 
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